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Mar de Prata

Quantas vezes nós, ilhéus de todas as épocas, nos sentimos ao abandono da sorte, os olhos perdidos na distância deste mar de prata que nos leva para longe, mesmo quando nos sabemos presos à Ilha?

E é essa ilusão de liberdade que nos salva tantas vezes. E é também nela que nos perdemos, perdidos os olhos no mar – destino que nos prende e nos afoga.

O horizonte ao longe, como uma miragem.

Texto – Maria João Ruivo
Fotografia – José Franco 2011

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